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Transtornos Alimentares#

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Ampliar imagemAmpliar imagemOs transtornos da conduta alimentar constituem uma área de enorme interesse médico, nutricional e psicológico.

O diagnóstico precoce leva a um maior êxito no tratamento da doença. Infelizmente pessoas com Anorexia Nervosa podem não receber tratamento até que tenham tornado-se perigosamente magras e desnutridas, pois negam ter algum problema para seus familiares e amigos. As pessoas com Bulemia Nervosa, por outro lado, escondem sua doença dos outros durante anos sendo mais difícil superar o transtorno. Quanto mais tempo persistir o comportamento alimentar anormal mais difícil será a recuperação do distúrbio da conduta alimentar e seus efeitos no organismo.

A complexa etiopatogenia multifatorial dos transtornos da conduta alimentar leva à necessidade de uma abordagem integral de tratamento com enfoque interdisciplinar. As áreas de tratamento médico, nutricional e psicológico se integram em todo momento e as avaliações nessas áreas devem ser feitas periodicamente, já que se configuram em doenças evolutivas e de curso crônico. Considera-se imprescindível que o paciente forme um bom vínculo terapêutico com o profissional a fim de que ele possa aceitar as orientações com relação ao estado clínico, complicações, bem como lidar com as expectativas referentes ao tratamento. A desnutrição persistente do paciente com AN pode gerar sintomas psicológicos de natureza orgânica, de forma que muitos transtornos psicológicos podem ser conseqüência de uma manifestação de fome. Assim, até que a boa nutrição seja restabelecida, o paciente pode encontrar dificuldade para assimilar e processar novas informações.

Existe consenso num enfoque interdisciplinar de tratamento. A Associação de Psiquiatria Americana, APA ressalta a importância de uma equipe interdisciplinar interagir na avaliação e no tratamento das pacientes com distúrbios alimentares, bem como a necessidade do acompanhamento nutricional tanto na A.N. como na B.N. e suas formas subclínicas. A Associação Brasileira de Nutrologia considera importante que a educação nutricional seja integrada dentro da equipe que trata pacientes com A.N, B.N e TCAP em forma ambulatorial ou de internação. A forma mais adequada de tratamento é uma abordagem interdisciplinar (co-terapias) da situação da pessoa e sua família, onde convergem diferentes disciplinas e múltiplas técnicas que devem harmonizar-se para cada paciente em particular.

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